segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Museu dos Autonomistas


Para preservar a memória desse período marcante da história do Acre que vai de 1904 a 1962, o governo do estado do Acre inaugurou em 20 de setembro de 2002, o Memorial dos Autonomistas. Localizado no complexo histórico do Palácio Rio Branco, o Memorial guarda acervo com jornais de época, imagens digitalizadas dos principais fatos que marcaram o movimento dos autonomistas e textos atualizados sobre os mais importantes episódios e seus principais personagens.
Para a inauguração do Memorial, um dos mais importantes quadros dessa história, José Guiomard Santos e sua esposa Lydia Hammes tiveram seus restos mortais transladados para o Acre e depositados nos túmulos construídos especialmente para o local. O memorial dos autonomistas é um espaço que representa a valorização daqueles que, assim como os revolucionários, por muitos anos lutaram para que essa terra, conquistada com muito sacrifício, tivesse o seu reconhecimento como Estado autônomo da Federação Brasileira.
Cada seringueiro que lutou na guerra do Acre, juntamente com os seringalistas e Plácido de Castro (primeira fase do movimento) que se entregaram de corpo e alma para ver essa terra sua, e simpatizante que debateram a questão da elevação do território a Estado são considerados autonomistas. Essa é a principal função do memorial, ou seja, expor, divulgar e preservar a história desses homens.
FONTE: Atendentes do Museu/Jornal Página 20

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