sábado, 23 de fevereiro de 2008
A Fartura
Encontro das Águas
Transporte Ribeirinho
Feirinha em Manaus
Amizades na Viagem
Os Piadistas
Nova Olinda-AM
Manicoré-AM
Humaitá-AM
As estradas Fluviais
Vilarejos Ribeirinhos
AMAZONAS

O Amazonas é o maior Estado do Brasil. Possui 1,5 milhão de quilômetros quadrados, ocupando mais de 18% do seu território. Somente áreas protegidas por leis federais e estaduais, como parques e reservas florestais, eqüivalem ao dobro de Portugal; cinco vezes maior que a Suíça e vinte vezes o tamanho do Líbano.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Rio Madeira
Margem esquerda do Rio Madeira. Pude notar que os ribeirinhos que moram a margem do rio praticam a Agricultura e Pecuária, fazendo com rio perca sua proteção natural que é a mata ciliar. Para eles o desenvolvimento e não ter nenhuma árvore por perto,apenas gramado. Triste esse pensamento de desenvolvimento.
Abraços a todos
A embarcação
Descendo o Rio Madeira
O transporte Fluvial
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Rio Acre
O transporte terrestre
Pôr do sol em Xapuri
Trip melhor que essa impossivel!! So aumento ainda mais meu carinho e amor que tenho não so pela região norte mas por este País, que tenho consciência que é carente e desigual entretanto possui uma das maiores fontes de recursos naturais,paisagens especiais,povo guerreiro e uma mistura linda de etnias!! BRASIL!
Abraços a todos!!
Casa de Chico Mendes
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Chico Mendes
Aqui vai minha pequena Homenagem a essa grande Pessoa e Herói Brasileiro. E Principal influenciador da Minha Carreira Profissional!!!!!
Fundação Chico mendes
Passarela Joaquim Macedo
A Gameleira
Quando o seringalista Neutel Maia, em fins de 1882, juntamente com sua família e trabalhadores que trazia para a produção de borracha, onde fundou seu primeiro seringal à margem direita do rio Acre (onde hoje está localizada a árvore da gameleira), iniciando ali as construções de barracões e barracas; em terras antes ocupadas pelas tribos indígenas Aquiris, Canamaris e Maneteris — dando o nome de Seringal Volta da Empresa (onde hoje está localizado o chamado Segundo Distrito), por estar assentado onde o rio faz a curva. Em seguida, abriu outro seringal na margem esquerda do rio Acre, onde hoje está instalado o Palácio do Governo do Acre, com o nome de Seringal Empresa.
Anos depois, a mesma Gameleira seria testemunha dos combates travados na Volta da Empreza entre revolucionários acreanos e tropas bolivianas durante o crítico período da Revolução Acreana que tornou o Acre parte do Brasil no início deste século.
Mercado Velho
Casa dos Povos da Floresta
A casa fica localizada no as margens do Rio Acre no Parque Linear Chico Mendes. Nela você pode conhecer todos os mitos e lendas do Acre e um poco da histórias dos colonizadores.
Interessante para quem ainda dúvida que não existe na região cobras de mais de 30 metro, neste local, eles possuem fotos de uma cobra de 40 metro, pesando 5 toneladas. Agora vai de você acretidar se é Mito ou real.
Abraços e fiquem com Deus!!
Museu dos Autonomistas
Para a inauguração do Memorial, um dos mais importantes quadros dessa história, José Guiomard Santos e sua esposa Lydia Hammes tiveram seus restos mortais transladados para o Acre e depositados nos túmulos construídos especialmente para o local. O memorial dos autonomistas é um espaço que representa a valorização daqueles que, assim como os revolucionários, por muitos anos lutaram para que essa terra, conquistada com muito sacrifício, tivesse o seu reconhecimento como Estado autônomo da Federação Brasileira.
Cada seringueiro que lutou na guerra do Acre, juntamente com os seringalistas e Plácido de Castro (primeira fase do movimento) que se entregaram de corpo e alma para ver essa terra sua, e simpatizante que debateram a questão da elevação do território a Estado são considerados autonomistas. Essa é a principal função do memorial, ou seja, expor, divulgar e preservar a história desses homens.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Palácio Rio Branco
Com seu charme sem igual, ele é o cartão-postal do Acre. O antigo Palácio Rio Branco foi inicialmente construído para ser a sede da Prefeitura Departamental do Alto Acre, em 1908. Ergueu-se no alto da praça Tavares Lyra um grande e belo casarão de madeira.
Quando o político paraense Hugo Carneiro foi indicado para exercer o cargo de governador do Acre, a cidade de Rio Branco tinha uma caracterização urbana completamente diferente da que se apresenta nos dias atuais.
As casas, os prédios públicos eram todas construções em madeira. As edificações em alvenaria exigiam um custo muito alto e havia uma enorme carência de mão-de-obra especializada, além de os materiais e equipamentos necessários chegarem aqui a um custo muito alto.
Hugo Carneiro propôs, como uma das metas do seu governo, o rompimento do então vigente processo rotineiro das construções em madeira. Encomendou um projeto de um palácio que dignificasse o exercício do governo do Território. Em 15 de junho de 1929, no segundo aniversário do seu governo, foi lançada a pedra fundamental do Palácio Rio Branco.
Após isso, iniciaram-se os trabalhos de construção do novo palácio. Os operários, em sua maioria, pertenciam à Força Pública do Território do Acre. Essa primeira fase deu-se em ritmo acelerado e o prédio foi inaugurado inacabado em 1930, sendo construído aos poucos e totalmente inaugurado no governo Guiomard Santos (1946-1950).
Fonte: Palácio Rio Branco/Wikipédia
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
ACRE
Abrigo dos nordestinos, de estrangeiros e outros que se aventuraram em busca da riqueza no Ciclo da Borracha, o Acre possui tudo que um turista procura: desde histórias e tradições encantadoras até belas praias e um patrimônio cultural deslumbrante. A Culinária não deixa a desejar.
Seus 22 municípios refletem toda essa beleza e suas particularidades só enriquecem mais ainda a natureza selvagem e atraente da Amazônia. A capital do Acre, Rio Branco, no início Porto Acre disputa em hospitalidade, beleza e simpatia dos nativos com os demais municípios, principalmente Xapurí, um dos principais pólos turísticos do Estado e onde nasceu e viveu Chico Mendes, tive a hora de visitar sua casa e conhecer sua cunhada,Deusamar, e conversar sobre a situação atual dos seringueiros.
Os "Chapa"
Palácio Presidente Vargas.
Família "Moreira Lopes"
Palácio da Administração da Estrada de Ferro Madeira Mamoré
Fonte de Pesquisa: Centro de Documentação – SECEL
A embarcação
Centro de Porto velho
Esquenta com os doideira!
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Cemitério da Candelaria
Não tive acesso ao cemitério da Candelária mas segue um poco de história sobre o mesmo. Que tem ligação histórica sobre a estrada de Ferro Madeira Mamoré.
Cachoeira do Teotonio

A Cachoeira de Teotônio é uma das melhores traduções da força do Rio Madeira, não faltam histórias infelizes de quem ousou desafiar as implacáveis forças da natureza. No período de agosto a outubro a Cachoeira Teotônio recebe milhares de turistas com uma coisa só em mente: a prática da pesca esportiva. A Cachoeira de Teotônio fica a 5 km de distância de Porto Velho (RO), e o acesso pode ser pela estrada e antigamente podia ser pela estrada de ferro, mas para quem parte de Porto Velho existe a opção de navegar rio acima numa viagem com muita Adrenalina.
Os melhores pontos de pesca são junto aos pedrais que formam a Cachoeira. Já os peixes não faltam: os Jaús são os mais visados, depois vêm os Dourados(Assado é uma delícia) e Pintados, mas lá também tem Pirararas gigantes.A Cachoeira do Teotônio será submersa quando o Governo Federal construir as usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, para gerar 6.450 megawatts (metade da capacidade da Usina de Itaipu).
Fonte: Moradores/familiares
Estrada de ferro Madeira Mamoré

Ficou conhecida à época como a "Ferrovia do Diabo" devido às milhares de mortes de trabalhadores ocorridas durante a sua construção devido às doenças tropicais, complementar à lenda de que sob cada um de seus dormentes existia cadáver.
Em agosto de 1907 a ferrovia foi encampada pelo megaempresário estadunidense Percival Farquhar.
O último trecho da ferrovia foi finalmente inaugurado em 30 de abril de 1912, ocasião em que se registrou a chegada da primeira composição à cidade de Guajará-Mirim, fundada nessa mesma data.
Finalmente, a 10 de novembro de 2005, a ferrovia histórica foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) , embora continue sem operação de trens regulares, com grande parte de seus trilhos e de seu patrimônio completamente abandonados.
Registra-se que, desde 1982, a União tenta repassar ao governo do estado de Rondônia os remanescentes do patrimônio da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, hoje sob a responsabilidade da Gerência Regional de Patrimônio da União (GRPU). Tal transferência é bastante aguardada, pois o Governo Estadual já demonstrou pleno interesse na recuperação da ferrovia. Todavia, razões estritamente burocráticas impedem tal repasse, prolongando mais ainda a agonia deste importante patrimônio brasileiro.